quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Bons momentos à relembrar...

Natal de 2014


As primas juntas
Marco, tio Pedro e Lúcia
Eu, Marco, tio Pedro e Lúcia

Segue em paz, meu tio querido, ao encontro da nossa Lúcia

Registro aqui tambem, um poema que a Tasha enviou a Selma, pelo dia de hoje

" Do not stand at my grave and weep
I am not there; I do not sleep.

I am a thousand winds that blow,
I am the diamond glints on snow,
I am the sun on ripened grain,
I am the gentle autumn rain.

When you awaken in the morning´s hush
I am the swift uplifting rush
Of quite birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.

Do not stand at my grave and cry,
I am not there;
I did not die."
- Mary Elizabeth Frye


Hoje, dia 08/02/2018, em que nos despedimos do nosso querido Pedro, vou deixar aqui registrado esta oração, que lemos quando nossa Lúcia partiu e que vamos fazer também para ti, querido irmão.

Fica assim a minha singela homenagem a este irmão tão querido, cuja doçura, honestidade e sensibilidade nos marcará toda a vida.

Que o Pai te receba em seu reino e que prossigas a caminhada de retorno à vida espiritual, perene e eterna.

Segue em Paz, meu padrinho querido ...



ORAÇÃO DE S. FRANCISCO DE ASSIS comentada


Senhor, faz de mim um instrumento de tua paz. 
E que eu encontre primeiro, em mim, a harmoniosa aceitação de meus opostos.

Onde houver ódio, fazei que eu leve o amor. 
Aceitando o ódio que possa existir em mim e compreendendo todas as faces com que o amor pode se expressar.

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. 
e que eu me permita ofender para poder ser perdoado.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.
E que eu aceite a discórdia como geradora da união.

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé. 
Podendo, humildemente, encarar minhas próprias dúvidas.

Onde houver erros, que eu leve a verdade. 

E que a “minha verdade” não seja a única, nem os erros sejam só os alheios.


Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
E possa, primeiro, conviver com o desânimo sem me desesperar.

Onde houver tristeza, que eu leve alegria.
E possa suportar a tristeza, minha e dos outros, sendo alegre ainda assim.

Onde houver trevas, que eu leve a luz. 
Após ter passado pelas “minhas trevas” e ter aprendido a caminhar com elas.


Oh, Divino Mestre...

Faz que eu procure mais: consolar do que ser consolado,
E que eu saiba pedir e aceitar consolo quando precisar,
 

Compreender, que ser compreendido,
E me conhecer antes, para ter melhor compreensão do outro, 


Amar que ser amado, 
Podendo me amar, em princípio, para não cobrar o amor que dou,

Pois: é dando que recebemos, 
E sabendo receber é que se ensina a doar, 

E perdoando que se é perdoado,
E não se perdoa a outro enquanto não há perdão por si mesmo,

E é morrendo que se nasce para a vida eterna.
E é bem vivendo e amando a vida que se perde o medo de morrer !